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quinta-feira, 8 de março de 2012


Heroínas do Asfalto

Hoje elas disputam olimpíadas e dividem espaço com os homens em qualquer maratona. Mas para conquistar o direito de participar de corridas de longa distância elas tiveram de vencer uma longa batalha... 

Quando uma atleta cruza a linha de chegada de uma corrida de rua, ela carrega nos ombros o peso da história. E não se trata da história pessoal de cada corredora,que precisa muitas vezes se dividir em duas ou até três para conciliar o treinamento com as tarefas do trabalho, da casa e de mãe, mas sim de quase um século de lutas travadas por muitas mulheres por um simples direito: o de CORRER.


  • 1896 - Esporte é coisa de homem! 
Em 1896, quando foram disputadas as Olimpíadas em Atenas, modalidades como a corrida eram consideradas exaustivas para as mulheres. A competição foi classificada como " a periódica manifestação solene do esporte masculino, baseada no internacionalismo e na lealdade, tendo a arte como pano de fundo e os aplausos das mulheres como recompensa". 

Mas 2 gregas decidiram ignorar o machismo. Em 1896. Stamatis Tovithi tornou-se a primeira mulher a correr uma maratona,um mês antes da prova olímpica. Em abril do mesmo ano, a grega Melpomene esperou o tiro de  partida da maratona e juntou-se aos 17 atletas que participavam da prova.    


  • 1928 - Eles estavam certos?
As mulheres criam sua própria olimpíada. A Federação Esportiva Feminina Internacional, organiza os Jogos Olímpicos das Mulheres,em Paris.  

Nos jogos olímpicos de 1928, as mulheres são incluídas em 5 provas de atletismo. Mas um problema reverte a situação: algumas atletas passaram mal aos disputar os 800 metros (maior distância feminina) e o Comitê Olímpico Internacional decide pela exclusão das provas femininas de todas as modalidades de corrida.


  • 1948 - Mamãe campeã!
Casada, mãe de dois filhos, a holandesa Fanny Blankers-Koen foi o grande destaque feminino da Olimpíada de Londres. Foi a primeira mamãe campeã olímpica e conquistou 4 medalhas de ouro.



  • 1967 - Invasão Feminina
Nos anos 60, mais e mais mulheres e homens passaram a correr em busca de saúde, e a corrida amadora começou a ganhar espaço.

1963- As americanas Merry Lepper e  Lyn Carman esperaram a largada da Western Marathon e juntaram-se aos homens. Fiscais da prova tentaram tirá-las do percurso mas elas se recusaram a sair. Carman abandonou a prova aos 32km e Merry concluiu os 42km em 3h37min07s.
1967- Katherine Switzer se inscreveu na Western Marathon disfarçada de homem e recebeu o número de peito 261. Ao perceberem que era uma mulher,os organizadores tentaram tirá-la do percurso. Mas a corredora foi defendida pelo  namorado e cruzou a linha de chegada em 4h20min. Depois desses incidentes, os organizadores da maratona concluíram que era impossível barrar a participação feminina.

  • 1984- Enfim, a glória olímpica
Inesquecível. Essa talvez seja uma boa palavra para descrever a primeira maratona olimpica feminina da história. Às 8h do dia 5 de agosto de 1984, 50 mulheres de 28 países largaram para os 42km pelas ruas de Los Angeles.  Entre as favoritas estavam a norte-americana Joan Benoit, a portuguesa Rosa Mota e a norueguesa Grete Waitz. Joan Benoit terminou a prova em 2h24mim52s. Aquela vitória mudou sua vida, e também a de milhões de mulheres que a partir dali conquistaram definitivamente o direito de correr livremente a mais lendária das corridas.


*Este texto é uma reprodução da matéria "Heroínas do Asfalto, publicada na revista O2 - nº107.

Um lindo dia para você que, com várias atividades acumuladas durante o dia, arruma tempo livre praticar  esporte e manter a saúde em dia. 



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sexta-feira, 21 de outubro de 2011


Correr dá barato!

    O primeiro efeito é o orgulho de si mesmo, por vencer um desafio e conseguir realizar uma atividade que poucas pessoas conseguem. Mas o bem-estar trazido pela prática da corrida não para no aumento da auto-estima. Tem reação química envolvida no processo, pode acreditar.Aquele sentimento de euforia, relatado por alguns corredores que acabaram de finalizar o treino, é um dos sinais mais evidentes de que há alguma mudança química no cérebro de quem faz atividades aeróbias. 


      A sensação tem até nome, dado pelos atletas americanos: runner´s high (algo como barato de corredor, em tradução livre).Ela surge graças ao aumento da descarga de endorfina no sangue. Trata-se de um neurotransmissor naturalmente produzido pelo cérebro e liberado em situações de estresse, pra nos acalmar. Exames de tomografia comprovaram o que qualquer pessoa que já experimentou um pique mais forte é capaz de atestar. Mesmo depois do treino, as endorfinas permanecem agindo no sistema límbico e no lobo pré-frontal, áreas responsáveis pelo prazer e pelas emoções. 
       
       Atualmente, os especialistas dedicam-se a descobrir a atuação de outra substância, a anandamida. Enquanto a endorfina seria responsável pelo sentimento de euforia, a anandamida relaxaria o atleta, produzindo um efeito mais longo, capaz de durar várias horas após o exercício.

      Tendo isso em vista, fica fácil compreender a irritação que assola os alunos quando são privados de praticar seu esporte. Acostumados à prática diária de atividades físicas saudáveis, eles podem apresentar quadros de ansiedade e até depressão.

Fonte: Guia de Corrida
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011


Corrida de salto,vc toparia?

A primeira Corrida de Salto Alto aconteceu,ontem (18/09) no estacionamento do Shopping Morumbi,em São Paulo.A primeira Corrida de Salto Alto aconteceu no estacionamento do Shopping Morumbi e reuniu cerca de 150 participantes em busca do prêmio de R$ 1 mil.
A analista de vendas Talita Romero, com o tempo de 13 s, foi a vencedora. Ela levou o dinheiro e uma cesta de produtos da marca Dr. Scholl's. "Trabalho todos os dias de salto alto", afirmou a campeã, que não treinou para a competição.
O ator global Cauã Reymond participou do evento, acioando a buzina para a partida, sob os gritos de "lindo". "Vendo essa mulherada, vão ganhar do Bolt", disse ele, se referindo ao atleta jamaicano Usain Bolt, considerado um dos maiores velocistas de todos os tempos e atual recordista mundial dos 100 m e dos 200 m rasos, além de fazer parte da equipe jamaicana detentora do recorde mundial no revezamento 4x100 m.




E veio de Reymond a recomendação principal para as "atletas": "já andei de salto alto. Tem que tomar cuidado para não torcer o pé", afirmou. "Acho elegante, sexy, chique", disse, sobre os saltos das mulheres.O ator, que irá morar em São Paulo para gravar o novo filme do diretor Sergio Machado, elogiou a vencedora. "Fiquei surpreso com o tempo de 13s", completou.
Mais fotos





Fonte: Terra

Eu não teria coragem,ia morrer de medo de cair e me machucar sério. Já corri de salto mas foi atrás de ladrão. =D 
Agora gostei de uma coisa que percebi nas fotos, todas as corredoras sorrindo! Valeu pela descontração!  


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